Archive for Março, 2008

Celular é o canivete suiço da vida moderna | pesquisa

Quando os celulares apareceram, na década passada, eles serviam basicamente para falar em movimento com outras pessoas. De lá para cá surgiram dezenas de outras funçoes, que transformaram esse aparelhinho em um verdadeiro canivete suíço da vida moderna. Agora que outra revoluçao promete sacudir o mercado nacional de telefonia móvel – me refiro a tecnologia 3G – um estudo global realizado pela TNS em novembro de 2007 com 16 mil usuários, prospects e rejeitadores de celulares de 30 países joga novas luzes sobre esse mercado que nao pára de crescer nos 4 cantos do planeta.

De acordo com a pesquisa, cujos resultados foram divulgados recentemente, o usuário de celular no Brasil tem em média 35 anos e está no seu 4o telefone móvel. Praticamente metade dessas pessoas pretende trocar de aparelho nos próximos 18 meses, gastando 28% mais do que o despendido na compra do atual – os brasileiros devem investir em média USD 294 no novo telefone.

Os recursos mais considerados pelos consumidores de todo o mundo na hora de escolher o modelo de celular sao a câmera fotográfica e a capacidade de mandar mensagens de texto (SMS). Especialmente no Brasil tem crescido rapidamente também a procura por aparelhos que funcionam como rádio – hoje 29% ouvem rádio pelo celular, enquanto em 2006 esse número nao passava de 1%.

Outra funçao cada dia mais valorizada é a que permite ouvir música digital nos telefones. O percentual de usuários que usou o telefone como tocador de mp3 passou de 5% para 25% nos últimos 2 anos. Derrubando o mito de que os brasileiros nao entendem muito de tecnologia, a pesquisa indicou que por aqui se usa em média 4,8 recursos dos celulares. É um bom índice se considerarmos que a média global é de 4,6.

A tecnologia 3G deve trazer algumas mudanças interessantes para o mercado, sugere o estudo da TNS. Uma delas seria a queda do interesse pelo SMS, que seria substituído por mensagens instantâneas e emails enviados do celular. Outro serviço com potencial de crescimento em nosso continente, ainda de acordo com a pesquisa, seria a localizaçao por GPS. Como de uma maneira geral os latino americanos sao os que demonstram maior preferência pela convergência de serviços num único aparelho, os smartphones também devem ganhar mercado no nosso país. Todas do Marinho no Blue Bus, escolha uma entre as opcoes aqui. 31/03 Luiz Alberto Marinho

Add comment Março 31, 2008

48% dos blogueiros nos EUA acham certo receber para escrever

Uma pesquisa divulgada nos EUA sobre a relaçao entre blogueiros e assessores de imprensa indica que os dois grupos pensam diferente sobre quase tudo que envolve suas atividades. Concordam, no entanto, quando o assunto é transparência – 86% dos assessores e 81% dos blogueiros acham que nao é correto postar um comentario anônimo em um blog em beneficio do cliente. Os dois grupos vao em direçoes diferentes quando o tema é remuneraçao – 96% dos assessores nao acham correto pagar os blogueiros para escrever sobre o cliente e deixar a criterio deles a decisao de revelar isso ao leitor. Já 48% dos blogueiros pensam que é correto. A pesquisa aqui é da APCO Worldwide, de lobby e relaçoes publicas. Dica do Gawker.

1 comment Março 27, 2008

Globo vai produzir conteúdo para celular

A Globo começará até o final do ano a produzir conteúdo para telefones celulares. A rede avalia que haverá uma “explosão” nas vendas de telefones receptores de TV digital, a serem lançados nos próximos meses.
A expectativa é baseada em pesquisa, feita em São Paulo, que mostrou que 80% do público estaria disposto a comprar celulares receptores de TV.
Para Octavio Florisbal, diretor-geral da Globo, a emissora precisa o quanto antes produzir conteúdo específico para celulares e miniTVs digitais.
Florisbal aposta em um conteúdo de curta duração, porque o telespectador de celular e miniTV não terá muito tempo para se dedicar ao aparelho, pois estará em trânsito.
Inicialmente, a Globo planeja produzir programetes dirigidos a esse público, mas exibidos nos intervalos da programação convencional _portanto, acessíveis por todos os telespectadores. Seriam boletins noticiosos e “pílulas” de programação, entre a “Sessão da Tarde” e a novela das seis, para quem está voltando para casa.
A programação para celulares será inicialmente nos intervalos da convencional porque a legislação não permite que uma rede transmita um sinal para telefones e outro, diferente, para televisores fixos, embora isso seja possível tecnicamente.
“No futuro, se a legislação permitir, podemos fazer para os celulares programação totalmente diferente”, diz Florisbal.

GRADE A Globo definiu sua grade de programação a partir da semana que vem. As novidades são “Dicas de um Sedutor” às quintas (depois de “A Grande Família”), “Casos e Acasos” às sextas (após “Globo Repórter”) e “Faça Sua História” aos domingos (depois do “Fantástico”). “Toma Lá Dá Cá” segue às terças (após “Casseta”). Outro programa novo, “Guerra e Paz”, continua em produção, mas sem data de estréia. “Profissão Repórter” terá uma edição por mês.

Add comment Março 27, 2008

20% dos cariocas abandonam TV em 3 anos

A audiência da TV aberta no Rio de Janeiro despencou nos últimos anos. Quase 20% do total de televisores da Grande Rio foram desligados entre 2005 e 2008. O comportamento chamou a atenção da Globo, que, preocupada com a situação, pediu ao Ibope uma investigação sobre o que está ocorrendo.

Em 2005, o Rio registrava média diária de 44% de televisores ligados, dentro da média nacional. Em 2006, foram 42%. Em outubro de 2007, o percentual despencou para 37%. Em fevereiro, o índice atingiu 36%. O número de TVs ligadas caiu em todo o país, mas nada comparado com o Rio. A média nacional continua superior a 42%.

Com a queda, o Rio ultrapassou Belo Horizonte no “ranking” das capitais que menos vêem TV. Na capital mineira, a média em fevereiro foi de 38% de televisores ligados. Brasília, outra cidade tradicionalmente de maior resistência à TV, teve 41% de ligados no mês passado.

Fortaleza e Salvador, capitais praianas como o Rio, têm alto índice de televisores ligados: 46% e 45%, respectivamente. São Paulo teve 44%.
Especulam-se sobre três supostos motivos para a queda no Rio: elevado número de evangélicos, alta pirataria a cabo em áreas controladas pelo tráfico e dificuldade de medição pelo Ibope. Procurado, o Ibope não confirmou os dados, obtidos pela Folha em duas grandes redes, e se recusou a comentar o que está ocorrendo no Rio.

Add comment Março 26, 2008

Do-It-Yourself Logos for Proud Scion Owners

TOYOTA likes to think of its quirky, boxy Scion as a 21st-century chariot of the soul — not just an affordable car, but also a unique expression of the young, hip person who Toyota hopes is driving it.

Now Toyota’s Scion enthusiasts will have even more “me time”: a marketing campaign with an underground vibe that is intended to show just how much their chosen transportation reflects their personality.

With an eye to the social networking ethos that has made Facebook and MySpace wildly popular, Toyota will let Scion owners design their own personal “coat of arms” online, a piece of owner-generated art that is meant to reflect their job, hobbies and — um, O.K. — karma.

In making their personalized crests, Scion owners can choose from among hundreds of symbols, all designed by a professional graffiti artist. The symbols range from an eagle, a jester, a king’s crown and a worker’s fist to Japanese anime-style flowers, a three-person family and a yin-yang circle. Customers can download their designs and have them made into window decals or take them to an auto airbrushing shop to have them professionally painted onto their cars.

The Scion is an economy car aimed at younger, stylish drivers, and the design Web site, scionspeak.com, is free. But Scion enthusiasts must pay for the auto shop renderings of their design, an indulgence that can cost thousands of dollars.

The campaign, called Scion Speak, was created by StrawberryFrog, an advertising and marketing agency based in New York and Amsterdam that is known for its quirkiness and for representing new or hipster brands. The agency spent six months last year escorting a graffiti artist, Tristan Eaton, around New York, Los Angeles and other cities to talk to Scion owners about their lifestyles. Based on those conversations, Mr. Eaton designed the symbols.

“These guys love to personalize their cars, and we give them a tool to do that,” said Kevin McKeon, the executive creative director of StrawberryFrog in New York.

At the same time, Scion Speak is meant to be about more than the individual. “We brought the people we’re communicating with into the process and had them build the idea with us,” Mr. McKeon said. “That’s what we find particularly cool from our perspective.”

StrawberryFrog’s clients have included Old Navy and Morgan Stanley. The agency was called upon last month to introduce Mahindra, the first line of cars made in India to be sold in the United States. StrawberryFrog helped to introduce SmartCar, a Mercedes brand, in Europe, and it is the main agency for Mitsubishi Motors.

With Scion Speak, Toyota is jumping into one of the hottest nascent fields for marketers: harnessing, imitating and creating social networks to promote a brand.

As social networking Web sites like Friendster, MySpace and Facebook have risen to popularity, consumer brand companies have been trying to figure out where they can fit in.

Social networking for brand marketers “is all very unexplored territory,” said Jim Nail, the chief strategy and marketing officer of Cymfony, a unit of TNS Media Intelligence, in Boston. “These places have been for individuals to connect with one another, and brands have been relatively absent. But the benefit of it is having that very intimate direct conversation with customers.”

Mr. McKeon of StrawberryFrog said that Scion Speak reflected social networking trends because it revolved around input from what he called a rabid base of Scion lovers. In one group, fans call themselves “Scikotics,” in another “a cult without the Kool-aid.”

The “wrong way” to engage in social marketing, Mr. McKeon said, was to “create an artificial social network and try to draw people to it. You have to walk into the conversation, and if they’re talking about Britney Spears, you can’t say, ‘By the way, do you want to hear about my new car?’ ”

The Scion Speak campaign is aimed not at future Scion owners but at current ones. StrawberryFrog says that it wants “to reduce Scion’s investment on conquering new customers and increasing the passion for the brand among its core fan base.”

At least some Scion owners who have created their own coats of arms seem pleased with the results. A Scion driver, writing online as Monsterslovecandy, created a design that included a harlequin pattern, crossed wrenches and a phoenix, and wrote on a fan Web site, “I think it came out freaking sweet.”

Add comment Março 24, 2008

Ferramenta de inter relação de sites

http://www.readwriteweb.com/archives/social_software_best_practices.php

Add comment Março 24, 2008

Renovação de frota de carros é lenta

Apesar dos recordes de vendas de automóveis novos, 41% dos que circulam pelo País têm mais de 10 anos

Mais de 1,5 milhão de carros com mais de 21 anos, considerados inadequados para transporte, circulam pelo País. Já a frota acima de 15 anos é de 4 milhões de veículos. Apesar do recorde de vendas de modelos zero-quilômetro, a frota brasileira tem se renovado lentamente por causa do elevado número de carros antigos em uso.

Considerando todos os veículos com mais de dez anos, o número chega a 10,5 milhões, equivalente a 41% da frota. Em 2000, os veículos com mais de uma década correspondiam a 37% da frota, porcentual que foi para 39% em 2006. As vendas de carros novos crescem há quatro anos seguidos e atingiram 2,46 milhões de unidades em 2007, um recorde.

“As vendas de novos começaram a crescer mais consistentemente a partir de 2004, por isso ainda não houve tempo para uma renovação mais significativa”, explica Bruno Serra, que coordenou recente pesquisa sobre a idade da frota brasileira.

Segundo ele, os veículos que rodam pelo País têm idade média de 9,2 anos, igual à dos Estados Unidos, do México e do Canadá. Em 2000, a média era de 9,4 anos, faixa mantida com poucas alterações até 2006. “Há um processo gradual de renovação, mas não existe uma revolução porque a massa de veículos antigos é grande.”

Considerando apenas os modelos com de 16 a 20 anos, a participação na frota manteve-se em 10%, mesmo porcentual de 2006, o equivalente a 4,1 milhões de veículos. Os velhinhos, com mais de duas décadas, também mantiveram cota de 6% na frota. Em ambos os casos, houve redução de 3 pontos porcentuais na comparação com a fatia registrada em 2000.

Para a indústria, a vida útil de um automóvel é de 20 anos, enquanto para os comerciais leves (picapes, utilitários esportivos e jipes) é de 15 anos. Caminhões e ônibus variam de 17 a 25 anos, dependendo do tipo.

Para Luiz Carlos Mello, presidente do Centro de Estudos Automotivos (CEA) da Faculdade de Engenharia Industrial (FEI), veículos com mais de duas décadas “não podem ser considerados confiáveis”. Serra avalia, porém, que os carros velhos estão mais concentrados no interior. “Na capital de São Paulo, por exemplo, já não se vê tantos.”

FROTA MAIOR

Estudo concluído na semana passada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) indica que a frota brasileira cresceu 27,3% desde 2000 e acumula 25,6 milhões de veículos, entre automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e tratores.O número é muito diferente da frota nacional divulgada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que fala em 45,3 milhões de veículos, incluindo motocicletas e reboques.

Os dados do Sindipeças levam em conta o sucateamento que ocorre anualmente com a retirada de veículos velhos de circulação, acidentes com perda total e roubos sem recuperação, fatores que não são considerados nos dados do Denatran.

“Esses fatores eliminam, em média, 1,5% da frota anualmente”, calcula Serra, coordenador-geral da pesquisa do Sindipeças. Guiadas pelo estudo, as mais de 400 empresas de autopeças no País programam a produção anual de suas fábricas.

Com base nessa metodologia de cálculo, é possível que a frota da cidade de São Paulo, estimada pelos órgãos oficiais em até 6 milhões de veículos, seja bem inferior, mesmo somando as motocicletas.

Para Mello, as vendas de veículos novos no Brasil permaneceram “num vale” por muito tempo e só nos últimos quatro anos passaram a crescer seguidamente. No ano passado, foram vendidos 27,8% mais carros que no anterior, quando a soma foi de 1,92 milhão de unidades. Em 2005 havia sido de 1,71 milhão e, em 2004, de 1,57 milhão de unidades. “Antes disso, os volumes eram bem menores e inda não houve volume suficiente para rejuvenescer a frota”, afirma.

Mello lembra ainda que as vendas de carros estão concentradas nas capitais e grandes cidades, com problemas de congestionamentos. Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) apontam que só 20 municípios compraram metade de todos os automóveis vendidos no ano passado. A outra metade foi diluída entre os mais de 5 mil municípios do País.

Na lista das cidades que lideraram as compras, 15 são capitais, com São Paulo à frente, seguida por Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e pelo Rio de Janeiro.
Fonte: O Estado de S.Paulo – Domingo, 16 março de 2008

Add comment Março 24, 2008


 

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